Liana Abreu Liana Abreu

Quando procurar um psiquiatra?

Quando notar algum desses sinais e sintomas você pode procurar ajuda psiquiátrica:

  • Mudanças bruscas de humor

  • Alterações de comportamento

  • Sentimentos de tristeza ou desesperança persistente

  • Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas

  • Dificuldade para dormir ou dormir demais

  • Fadiga constante ou falta de energia

  • Dificuldade de concentração e/ou alterações na memória

  • Ansiedade, medo ou preocupações excessivas

  • Irritabilidade acentuada e/ou agressividade

  • Comportamentos repetitivos envolvendo limpeza, organização, simetria, verificação

  • Sintomas físicos sem explicação aparente

  • Dependência de substâncias, jogos, internet

  • Pensamentos de autodepreciação ou culpa excessiva

  • Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio

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Como é o TDAH no adulto

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) pode permanecer até a vida adulta.

Estima-se que até 60% das crianças com TDAH continuarão apresentando o transtorno na vida adulta, mas muitos adultos permanecem sem diagnóstico.

Sintomas comuns em adultos:

  • Dificuldade em manter atenção em tarefas prolongadas

  • Hiperfoco nas coisas que tem interesse/gosta

  • Dificuldade para dormir

  • Dificuldade de seguir a rotina

  • Mudanças de humor

  • Gastos impulsivos

  • Desorganização e gestão ineficaz do tempo

  • Procrastinação

  • Sensação constante de “mente inquieta”

  • Perda frequente de objetos

  • Esquecer compromissos

  • Impulsividade (verbal, financeira, comportamental)

  • Atrasos recorrentes

  • Sensibilidade à críticas

  • Autocrítica excessiva

  • Impaciência, dificuldade de esperar

  • Interromper os outros enquanto falam

  • Inquietação

Muitos adultos convivem com sintomas que impactam significativamente sua vida pessoal, acadêmica e profissional.

E muitos nem sequer sabem que se trata de um transtorno neurobiológico.

É comum que adultos com TDAH apresentem comorbidades, como ansiedade, depressão ou uso de substâncias, o que pode dificultar ou atrasar o diagnóstico.

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Existe depressão que não melhora com o tratamento?

Sim, em alguns casos, a depressão pode não melhorar mesmo com uso de antidepressivos.

Chamamos de depressão resistente ao tratamento quando não há melhora significativa após uso adequado de antidepressivos (pelo menos dois diferentes).

Isso pode ocorrer devido diagnóstico incorreto, comorbidades, fatores biológicos ou genéticos, uso de substâncias, fatores psicossociais.

Quando isso ocorre tentamos outras alternativas como:

  • Reavaliar o diagnóstico

  • Trocar ou associar medicamentos

  • Psicoterapia

  • Eletroconvulsoterapia (ECT)

  • Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)

  • Cetamina

A depressão resistente pode dar mais trabalho, mas existem caminhos a serem tentados.

Cada caso é único.

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Os perigos da automedicação

Pode parecer inofensivo usar uma medicação sem que o médico tenha prescrito, porém é uma prática perigosa, especialmente quando se trata da saúde mental.

 

Medicações que agem no Sistema Nervoso Central são obrigatoriamente vendidas sob prescrição médica, pois precisam do acompanhamento médico para o uso.

 

A seguir, algumas razões pelas quais você deve evitar a automedicação:

 

  • Piora do quadro psiquiátrico: Ao tratar sintomas sem um diagnóstico adequado, você pode acabar piorando o quadro fazendo uso da medicação e/ou da dose incorretas.

 

  • Risco de efeitos colaterais graves: Medicamentos podem ter reações adversas que você não está preparado para lidar ou até mesmo a identificar.

 

  • Dosagens erradas: Sem a orientação adequada, pode ser difícil saber a dosagem correta, o que pode causar sérios danos ao corpo e agravar efeitos colaterais.

 

  • Atraso na procura de ajuda psiquiátrica: Quando você tenta se medicar por conta você deixa de buscar ajuda e tratamento especializado.

 

  • Interações com outras substâncias: Alguns medicamentos podem interagir com outros que você já está tomando, prejudicando sua saúde.

 

  • Risco de dependência: Algumas medicações podem causar risco de dependência, sendo muito importante a orientação e acompanhamento médico.

Não tome medicação sem orientação psiquiátrica!

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O óbvio precisa ser dito?

Sim, o óbvio também precisa ser dito!

O que é óbvio para um, pode não ser óbvio para o outro. Cada pessoa tem sua perspectiva e suas experiências.

Falar o que você acha que é óbvio pode evitar mal entendidos, fortalecer relacionamentos, assegurar clareza nas expectativas, garantir oportunidades, evitar problemas.

O silêncio pode transmitir algo que não queremos comunicar. Não temos como controlar a interpretação que o outro fará.

Nunca subestime o poder de verbalizar o que parece óbvio.

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Mitos sobre o Transtorno Bipolar

❌ MITO

O transtorno bipolar é caracterizado por mudanças repentinas entre bom e mau humor.

✅ FATO

o tb é caracterizado por episódios de depressão e mania, e não somente por oscilações no humor.

❌ MITO

Pessoas com bipolaridade são irritadas e agressivas.

✅ FATO

a irritabilidade pode ser um sintoma, mas não é uma característica principal. E a agressividade está presente em alguns casos somente.

❌ MITO

Pessoas com tb não conseguem manter relacionamentos e emprego.

✅ FATO

Com tratamento adequado, muitas pessoas levam vidas produtivas, trabalhando, estudando e mantendo relacionamentos saudáveis.

❌ MITO

indivíduos com bipolaridade ficam mudando repentinamente de humor.

✅ FATO

os episódios de mania ou depressão costumam durar dias, semanas ou meses. E entre esses períodos pode ocorrer uma estabilidade no humor.

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A importância de aderir ao tratamento psiquiátrico

A adesão ao tratamento, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), está relacionada ao grau em que o paciente segue as instruções estabelecidas pelos médicos.

Os pacientes que realizam o tratamento psiquiátrico corretamente:

  • Vão ter a melhor resposta possível ao tratamento

  • Reduzem as chances de recorrência do transtorno

  • Reduzem a intensidade de eventuais episódios

  • Reduzem o risco de suicídio

  • Melhoram a qualidade de vida

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Como os medicamentos psiquiátricos funcionam?

Os psicofármacos atuam no sistema nervoso central (SNC) modulando neurotransmissores, que são substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre os neurônios.

Dependendo da classe da medicação, ela pode aumentar ou diminuir a ação desses neurotransmissores, regulando diversas funções (humor, cognição, comportamento).

A seguir está um resumo das principais classes e seus mecanismos de ação:

ANTIDEPRESSIVOS

Inibidores da recaptação de serotonina (ISRS): Aumentam a serotonina na fenda sináptica (ex.: fluoxetina, escitalopram, sertralina).

Inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN): Aumentam serotonina e noradrenalina (venlafaxina, desvenlafaxina, duloxetina).

Tricíclicos (ADT): Inibem a recaptação de serotonina e noradrenalina, mas também agem bloqueando receptores histamínicos, colinérgicos e α-adrenérgicos (ex.: amitriptilina, imipramina, clomipramina, nortiptilina).

ATÍPICOS

Bupropiona: Aumenta a noradrenalina e a dopamina na fenda sináptica.

Trazodona: Aumenta a serotonina por meio de uma combinação de mecanismos e atua em receptores histamínicos.

Mirtazapina: Aumenta serotonina e noradrenalina por bloqueio alfa-2.

Vortioxetina: Atua em diversos neurotransmissores: serotonina, dopamina, noradrenalina, acerilcolina, glutamato.

ANTIPSICÓTICOS

Típicos (de primeira geração): Bloqueiam receptores de dopamina (D2) (ex.: haloperidol, clorpromazina).

Atípicos (de segunda geração): Bloqueiam D2 e modulam serotonina (ex.: quetiapina, olanzapina).

ESTABILIZADORES DE HUMOR

Lítio: Modula neurotransmissores e vias intracelulares.

Anticonvulsivantes: Regulam excitação neuronal, atuando em enzimas, proteínas, neurotransmissores e canais de cálcio e sódio (ex. valproato, lamotrigina, carbamazepina).

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS

Azaspironas: Ação ansiolítica, atuando na serotonina (Buspirona).

Benzodiazepínicos: Ação ansiolítica e hipnótica, aumentam a ação do GABA, um neurotransmissor inibitório (ex.: diazepam, clonazepam).

Drogas Z: Ação hipnótica, atuam estimulando GABA, similar aos benzodiazepínicos (ex.: zolpidem, eszoplicona).

PSICOESTIMULANTES

Aumentam dopamina e noradrenalina, melhorando atenção e controle impulsivo (ex.: metilfenidato, lisdexanfetamina).

Os psicofármacos atuam no sistema nervoso central (SNC) modulando neurotransmissores, que são substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre os neurônios.

Dependendo da classe da medicação, ela pode aumentar ou diminuir a ação desses neurotransmissores, regulando diversas funções (humor, cognição, comportamento).

A seguir está um resumo das principais classes e seus mecanismos de ação:

ANTIDEPRESSIVOS

Inibidores da recaptação de serotonina (ISRS): Aumentam a serotonina na fenda sináptica (ex.: fluoxetina, escitalopram, sertralina).

Inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN): Aumentam serotonina e noradrenalina (venlafaxina, desvenlafaxina, duloxetina).

Tricíclicos (ADT): Inibem a recaptação de serotonina e noradrenalina, mas também agem bloqueando receptores histamínicos, colinérgicos e α-adrenérgicos (ex.: amitriptilina, imipramina, clomipramina, nortiptilina).

ATÍPICOS

Bupropiona: Aumenta a noradrenalina e a dopamina na fenda sináptica.

Trazodona: Aumenta a serotonina por meio de uma combinação de mecanismos e atua em receptores histamínicos.

Mirtazapina: Aumenta serotonina e noradrenalina por bloqueio alfa-2.

Vortioxetina: Atua em diversos neurotransmissores: serotonina, dopamina, noradrenalina, acerilcolina, glutamato.

ANTIPSICÓTICOS

Típicos (de primeira geração): Bloqueiam receptores de dopamina (D2) (ex.: haloperidol, clorpromazina).

Atípicos (de segunda geração): Bloqueiam D2 e modulam serotonina (ex.: quetiapina, olanzapina).

ESTABILIZADORES DE HUMOR

Lítio: Modula neurotransmissores e vias intracelulares.

Anticonvulsivantes: Regulam excitação neuronal, atuando em enzimas, proteínas, neurotransmissores e canais de cálcio e sódio (ex. valproato, lamotrigina, carbamazepina).

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS

Azaspironas: Ação ansiolítica, atuando na serotonina (Buspirona).

Benzodiazepínicos: Ação ansiolítica e hipnótica, aumentam a ação do GABA, um neurotransmissor inibitório (ex.: diazepam, clonazepam).

Drogas Z: Ação hipnótica, atuam estimulando GABA, similar aos benzodiazepínicos (ex.: zolpidem, eszoplicona).

PSICOESTIMULANTES

Aumentam dopamina e noradrenalina, melhorando atenção e controle impulsivo (ex.: metilfenidato, lisdexanfetamina).

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Sobre Transtorno de Estresse Agudo

O Transtorno de Estresse Agudo pode ocorrer o transtorno depois do indivíduo ou algum ente querido vivenciar um evento traumático.

É uma resposta imediata ao trauma e dura menos de um mês.

É caracterizado por um período de repetidas lembranças/recordações angustiantes e/ou pesadelos da situação traumática.

Coração acelerado, boca seca, tremor, falta de ar, ansiedade, medo, irritabilidade costumam estar presentes.

Ocorre incapacidade de vivenciar situações positivas.

Sensação de estranheza em relação ao próprio corpo e percepção de que o ambiente é estranho.

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Dicas para parar de procrastinar

Você procrastina?

Alguns hábitos podem te ajudar!

1 - Mantenha as distrações fora de alcance (como o celular)

2 - Levante da cama assim que ouvir o despertador

3 - Crie recompensas para quando realizar a tarefa (como alguns minutos de descanso, comer algo, assistir um episódio da série)

4 - Tenha tarefas que são alcançáveis

5 - Estabeleça o que é prioridade

6 - Faça uma lista das tarefas e marque dia e horário para realizar elas

7 - Faça uma atividade de cada vez

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Entenda o que é o Transtorno de Personalidade Borderline

As principais características do transtorno de personalidade borderline são:

  • Instabilidade emocional

As emoções são muito intensas e é difícil de lidar com elas.

  • Relacionamentos instáveis

Relações amorosas, familiares, de amizades, com colegas são caóticas, marcadas por idealização e desvalorização do outro.

  • Raiva intensa

A raiva pode vir sem um desencadeante ou ser desproporcional a situação e ser difícil de controlar, podendo gerar explosões.

  • Medo intenso de abandono

Não tolera ficar sozinho e faz constantes esforços para evitar o abandono (real ou imaginado).

  • Comportamentos impulsivos

Impulsividade no sexo, na alimentação, com dinheiro, direção imprudente.

  • Autoimagem instável

A visão de si mesmo pode ser distorcida e oscilar.

  • Sentimentos persistentes de vazio

A tristeza e a sensação de vazio estão presentes.

  • Baixa tolerância a rejeição e frustrações

Pode ser muito difícil de lidar com essas situações e vivenciarem raiva, ansiedade, tristeza acentuada.

  • Comportamento auto destrutivo

Automutilações, ameaças e tentativa de suicídio, abuso de substâncias.

  • Intensos

"Tudo ou nada", "8 ou 80", “amor ou ódio”.

  • Dificuldade de confiar

A desconfiança pode ser consequência das oscilações entre idealização e desvalorização nas relações. E vem acompanhada do medo de abandono, rejeição e desapontamento.

  • Dissociação

Perda da percepção de realidade.

As principais características do transtorno de personalidade borderline são:

  • Instabilidade emocional

As emoções são muito intensas e é difícil de lidar com elas.

  • Relacionamentos instáveis

Relações amorosas, familiares, de amizades, com colegas são caóticas, marcadas por idealização e desvalorização do outro.

  • Raiva intensa

A raiva pode vir sem um desencadeante ou ser desproporcional a situação e ser difícil de controlar, podendo gerar explosões.

  • Medo intenso de abandono

Não tolera ficar sozinho e faz constantes esforços para evitar o abandono (real ou imaginado).

  • Comportamentos impulsivos

Impulsividade no sexo, na alimentação, com dinheiro, direção imprudente.

  • Autoimagem instável

A visão de si mesmo pode ser distorcida e oscilar.

  • Sentimentos persistentes de vazio

A tristeza e a sensação de vazio estão presentes.

  • Baixa tolerância a rejeição e frustrações

Pode ser muito difícil de lidar com essas situações e vivenciarem raiva, ansiedade, tristeza acentuada.

  • Comportamento auto destrutivo

Automutilações, ameaças e tentativa de suicídio, abuso de substâncias.

  • Intensos

"Tudo ou nada", "8 ou 80", “amor ou ódio”.

  • Dificuldade de confiar

A desconfiança pode ser consequência das oscilações entre idealização e desvalorização nas relações. E vem acompanhada do medo de abandono, rejeição e desapontamento.

  • Dissociação

Perda da percepção de realidade.

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Anorexia Nervosa

A Anorexia Nervosa faz parte dos Transtornos Alimentares.

É um transtorno psiquiátrico grave, que pode levar a óbito.

Anorexia nervosa é um distúrbio alimentar resultante da preocupação exagerada com o peso corporal.

É muito mais prevalente em mulheres e em geral tem seu início na adolescência.

A anorexia nervosa é uma doença caracterizada por três critérios essenciais.
- Comportamento de restringir sua ingestão de alimentos até um grau significativo, levando a perda de peso
- Busca incessante por magreza e um medo exagerado de engordar
- Perturbação ou distorção da imagem corporal, juntamente com a desvalorização da gravidade do seu estado de emagrecimento

Com medo de engordar, o indivíduo não come e pode exagerar na atividade física, vomitar, tomar laxantes ou diuréticos.

Como consequência pode ocorrer perda exagerada e grave de peso, alterações menstruais, regressão das características femininas, doenças e risco de vida.

Está muito associada com depressão.

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Sobre CIGARRO ELETRÔNICO

Cigarro eletrônico pode parecer inofensivo para saúde, mas não é!

O que saber sobre o cigarro eletronico:


✔️Também é conhecido como vaper, vaporizador, pod, e-cigar, e-pipe

✔️Possui nicotina, levando a danos à saúde e a dependência química

✔️Além da nicotina outras substâncias químicas estão presentes

✔️É composto, no geral, de uma lâmpada de LED, bateria, microprocessador, sensor, atomizador e cartucho de nicotina líquida

✔️A venda é proibida no Brasil

✔️Não tem utilidade para ajudar as pessoas a pararem o uso do cigarro comum

✔️A longo prazo causa danos pulmonares, cardiovasculares, imunológicos e até câncer

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o que é HUMOR?

Humor é o estado emocional (ou “estado de espírito”) de uma pessoa, que dura um certo período de tempo e que não depende de estímulo externo.

Quando falamos em humor, as pessoas associam apenas a “bom humor” ou “mau humor”. Mas humor é muito mais do que isso.

O humor é um estado de animo que persiste por longa duração e que influencia o comportamento de uma pessoa e a sua percepção de si e do mundo. O humor não depende de uma estímulo externo.

Ou seja, humor pode ser descrito com vários adjetivos: deprimido, triste, ansioso, irritável, alegre, eufórico, expansível.

Dentro dos Transtornos de Humor temos Depressão, Distimia, T. Bipolar e Ciclotimia.

Sabia que humor não é só estar bem ou mal humorado?

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SETEMBRO AMARELO

Mês de prevenção ao suicídio.

🟡O que é?
Setembro Amarelo é uma campanha, criada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), que visa previnir o suicídio.
A campanha pretende combater o tabu de se falar sobre suicídio e conscientizar a população sobre esse assunto.

🟡Quais os índices de suicídio?
De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde - OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 01 milhão de casos.
No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

Fonte: setembroamarelo.com

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Quando tratar a ansiedade?

A ansiedade, em geral, é normal. Mas pode se tornar uma doença quando exagerada.

A ansiedade, em geral, é uma reação normal. Tem papel no desenvolvimento humano e faz parte do processo de adaptação ao meio, afastando o individuo do perigo.

A ansiedade é patológica quando é excessiva e desproporcional as situações estressoras.

Deve ser tratada quando causa sofrimento psicológico e/ou causa prejuízos na vida da pessoa. Como por exemplo no transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, transtorno de ansiedade social.

O tratamento escolhido depende da avaliação do paciente.

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Sintomas pouco conhecidos de depressão

Tristeza, falta de vontade e prazer, choro, falta de energia são sintomas bem conhecidos da depressão! Mas outros sintomas menos conhecido também costuma estar presentes.

Tristeza, falta de vontade e prazer, choro, falta de energia são sintomas bem conhecidos da depressão!


Outros sintoma são comuns mas menos conhecidos, como:


➡️Problema de sono

➡️Alteração do apetite

➡️Lentidão

➡️Dificuldade de concentração

➡️Irritabilidade

➡️Inquietação

➡️Dificuldade para tomar decisões

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Exercício físico e saúde mental

Está bem estabelecida a importância do exercício físico para a saúde mental.

Todos sabem que atividade física faz bem para o corpo! Mas e para cérebro?

🧠O exercício estimula a liberação de neurotransmissores, ajudando na saúde mental.

🚴É importante tanto para quem trata transtornos psiquiátricos quanto para quem não tem nenhuma patologia, pois contribui significativamente para o bem-estar mental.

🧘‍♀️Melhora ansiedade, estresse, sono, memória, concentração, motivação, humor.

🏋️As mudanças físicas que ocorrem no corpo ajudam a melhorar a imagem corporal, melhorando também a autoestima.

⛹️‍♂️Já deu para ver como é importante se exercitar!

🏃Faça atividade física, de preferência encontre uma que seja prazerosa para você!

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Amnésia Dissociativa

A amnésia dissociativa é caracterizada por incapacidade de lembrar de informações importantes pessoais.

A principal característica da amnésia dissociativa é uma incapacidade de lembrar de informações importantes pessoais (acontecimentos da própria vida), que tipicamente não seriam perdidas pelo esquecimento normal.

A perda da memória pode ser de um período limitado, um evento específico, de alguns eventos dentro de um período ou da vida inteira.

Normalmente é causada por estresse ou trauma.

Geralmente é reversível.

Não é causado por uma condição médica (encefalite, lesão cerebral, convulsão…).

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Como escolho qual medicação prescrever para o paciente

Nós, psiquiatras, levamos em conta diversos fatos na escolha do tratamento medicamentoso para o paciente.

Escolher a medicação depende de vários fatores.

1- Realizar o diagnóstico e definir qual classe de medicamento é indicada para o caso (antidepressivos, estabilizadores de humor, antipsicóticos, ansiolíticos, sedativos…)

2- História médica geral do paciente: doenças crônicas, quais medicamentos faz uso, alergias

3- História psiquiátrico do paciente: quais medicações já tomou, como foi a resposta, efeitos colaterais

4- História familiar de uso de psicofármacos: quem e quais medicamentos usam/usaram

5- Custo da medicação: tem que estar de acordo com as condições financeiras do paciente

❗️O melhor medicamento será o que é mais indicado para aquele paciente!

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